terça-feira, 18 de setembro de 2007

Um videozinho legal

Versão “What a Wonderful World” das trevas, ou melhor, nas sombras o/



Vi e copiei do blog Mutumutun

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Como Desenredar seu Fone de Ouvido

Meu, fiquei pasmo com isso aqui, não da pra imagina que fosse possivel, bom, e quero deixar claro que adoro gatos, eu jamais faria, mas tive que postar o video....



How to Untangle MP3 Headphones - Watch more free videos



Texto Original
Great video demonstrating a simple way to get your MP3 headphones untangled. Its a little messy maybe but very effective.

Link Original
Break.com

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Quero ser teu amigo...




Uma amiga me enviou um poema lindo, achei ele completo pra certas situações que ocorrem, entao resolvi compartilhar com os poucos (mas bons) leitores do meu blog


"Quero ser teu amigo,
Nem demais e nem de menos...
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te como próximo,
sem medida...
E ficar sempre em tua vida da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade,
Sem jamais te sufocar,
Sem forçar a tua vontade.
Sem falar quando for a hora de calar
E sem calar quando for a hora de falar.
Nem ausente nem presente por demais...
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo,
Mas confesso:
É tão difícil aprender...
Por isso, eu te peço paciência.
Vou encher este teu rosto De alegrias, lembranças...
Dê-me tempo
De acertar nossas distâncias!"

(Fernando Pessoa)


quinta-feira, 6 de setembro de 2007

A Morte - A Dor de uma Perda

Um espetáculo à parte do fotógrafo.
"Uma Obra Prima". Pela sensibilidade e a paciência daquele momento de tristeza.
Delas são traduzidas todos os sentimentos de uma simples ave dita irracional.



A Morte - A Dor de uma Perda
Foi num dia comum no Japão e numa praça esse acontecido.
Nessa primeira foto, não se sabe como o pássaro morreu.
Estava ali no asfalto inerte, aquele corpinho sem vida e sem seu canto.
Seria um fato corriqueiro, mas o fotografo fez a grande diferença.

A Solidariedade
Talvez até por intuição, segundo o relato do fotógrafo essa ave que chama o companheiro já sem vida, permaneceu durante o dia todo pousada próximo à ave morta parecendo pedir algo.
Pulava de galho em galho sem temer os que se aproximavam até chegar bem próximo ao fotógrafo.

A Solicitação
E cantou num tom triste. O homem imaginou que ela pedia algo.
Ela voou até o corpinho, posou como querendo levantá-lo e alçou vôo até um jardim próximo.
E o homem entendeu.
Foi ao meio da rua, retirou a ave morta e colocou no canteiro indicado.
Só então a ave solidária levantou vôo e atrás dela todo o bando.

A Despedida.
Num olhar triste tendo a consciência do companheiro morto, como num último gesto de respeito e talvez até devoção a ave permanece alguns segundos junto ao corpinho antes dele ser retirado da rua para o jardim, a seu pedido.
A foto traduz a eloqüência dos fatos, a essência do entender sem nada precisar pronunciar.

Uma Questão de Amor & Carinho.
Num ato emocionante todo o bando segundo o relato de testemunhas, com dezenas de aves sobrevoaram o corpinho do companheiro morto antes de partirem.
A foto diz quanta verdade existiu naquele momento de dor e respeito.

Um grito de dor e lamento
Aquela ave que fez toda a cerimônia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente, só ela voltou ao corpo e num grito de não aceitação da morte, ainda tenta chamar o companheiro à vida ou uma despedida de amor e carinho como quase não mais existe entre os homens racionais aqui da terra.



Finalizando, esses são fatos que mostram que Deus existe.
São demonstrados de tantas formas sublimes.
Essa Ele quis que o homem visse e traduzisse da melhor forma o poder da criação.
Tenta mostrar aqui um exemplo a todos os tiranos do planeta que Ele está em todo o lugar e atento a tudo.


Serão os animais realmente os irracionais? Ou somos nós ??
Recebido por E-mail do Amigo Vinicius Binn, A Esfinge Caótica

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Dia Ruim ?


Um post pra quando a gente acha q esta com problemas, pra ver q tem coisas piores ;P





ta tão ruim assim ?

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Ultimo Manifesto

então..


problema?

não era cmg.

culpa?

ngm tem

os dois tem

depende pq.

dor ?

o grand caynon até transborda.

sofre?

se valesse a pena...

sentimento ?

decepção.

planos... ?

?

do futuro ?

recolher as cartas da mesa

tirar a dama

embaralhar e dar novamente.

sente falta ?

lógico.

do que ?

aff

...

da compania... principalmente

só ?

porra

da manias, do prazer, das loucuras, ta ok ?

e como vai ficar isso ?

não vai.

como assim ?

amanha...

já esqueci.

porque ?

do lado de la..

também é assim.

achas que ela não .. ?

com certeza.

...

?

mas.. ?

oque ?

sem voltar ?

não.

mas sempre foi?

agora não

razão?

uma vez. é sem querer

duas.. é cometer um erro

três.. seria burrice

tem vontade ?

não quero

amizade ?

paradoxo.... utópico

porque ?

não é mais.

oque?

alguem

q eu goste.

goste?

pra ter

como

amigo.

então é sério ?

sim.

vai esquecer ?

pretendo.

como fica ela ?

ela ? quem ?

ora, do que falavamos !

...falavamos de alguma coisa ?

....







segunda-feira, 3 de setembro de 2007

A Paixão sem Mistérios? A Anatomia, a Química e a Biologia do Amor

Então de repente, no bar, na festa, na praia, na fila do banco - não importa -, os olhos se encontram. Primeiro uma ansiedade, um calor no peito que logo se espalha em calafrios que procuramos disfarçar. Um leve suor nas mãos. No primeiro encontro, os lábios ressecam um pouco antes do primeiro beijo, as palavras tremem embaraçadas em pensamentos confusos. Joelhos que mal sustentam o peso do corpo. Esquecemos do mundo lá fora em eternas horas de silenciosa saudade ao telefone, perfumadas com aquela inquietude própria dos amantes...

Quem nunca sentiu coisa parecida? Pois os cientistas - sempre eles! - querem nos convencer que toda esta áurea sedutora de mistério que envolve os assuntos do coração não passa de uma meia dúzia de manifestações anatômicas e equações bioquímicas. Até onde a ciência pode realmente traduzir em números e estatísticas aquilo que para muitos de nós é a verdadeira essência dos céus na Terra: o Amor?

Primeiro, definindo o amor.

O amor é uma experiência consumptiva. Mergulhamos euforicamente nesta deliciosa tortura e não comemos ou dormimos direito. Freqüentemente, é difícil manter a concentração. A Dra. Donatella Marazziti, psiquiatra da Universidade de Pisa, acredita que pessoas "doentes de amor" estejam realmente doentes: sofrem de um distúrbio obsessivo-compulsivo. Inegavelmente, paixão e psicose obsessiva-compulsiva compartilham diversos aspectos comuns. E isto não é meramente uma teoria sem fundamentos: "ambos estados associam-se a baixos níveis cerebrais de serotonina, uma substância química fabricada pelo corpo que nos ajuda a lidar com situações estressantes", afirma a médica.

Uma segunda descoberta do trabalho da Dra. Marazziti e não menos importante merece ser mencionada: bebidas alcoólicas também diminuem os níveis de serotonina no cérebro, criando a ilusão de que a pessoa do outro lado do bar é o amor da sua vida. Portanto, cuidado com as noitadas.

Que seja eterno enquanto dure.

Existe um limite de tempo para homens e mulheres sentirem os arroubos da paixão? Segundo a professora Cindy Hazan, da Universidade Cornell de Nova Iorque, sim. Ela diz: "seres humanos são biologicamente programados para se sentirem apaixonados durante 18 a 30 meses". Ela entrevistou e testou 5.000 pessoas de 37 culturas diferentes e descobriu que o amor possui um "tempo de vida" longo o suficiente para que o casal se conheça, copule e produza uma criança. "Em termos evolucionários," - ela completa - "não necessitamos de corações palpitantes e suores frios nas mãos".

A pesquisadora identificou algumas substâncias responsáveis pelo Amor: dopamina, feniletilamina e ocitocina. Estes produtos químicos são todos relativamente comuns no corpo humano, mas são encontrados juntos apenas durante as fases iniciais do flerte. Ainda assim, com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos - e toda a "loucura" da paixão desvanece gradualmente - a fase de atração não dura para sempre. O casal, então, se vê frente a uma dicotomia: ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor - companheirismo, afeto e tolerância -, e permanece junto. "Isto é especialmente verdadeiro quando filhos estão envolvidos na relação", diz a Dra. Hazan.

Os homens parecem ser mais susceptíveis à ação das substâncias responsáveis pelas manifestações associadas ao Amor. Eles se apaixonam mais rápida e facilmente que as mulheres. E a Dra. Hazan é categórica quanto ao que leva um casal a se apaixonar e reproduzir: "graças à intensidade da ilusão romanceada que temos do Amor, achamos que escolhemos nossos parceiros, mas a verdade é conhecida até mesmo pelos zeladores dos zoológicos: a maneira mais confiável de se fazer com que um casal de qualquer espécie reproduza é mantê-los em um mesmo espaço durante algum tempo" - que o digam os processos de assédio sexual no local de trabalho...

Com base em pesquisas da Dra. Helen Fisher, antropologista da Universidade Rutgers e autora do livro The Anatomy of Love, pode-se fazer um quadro com as várias manifestações e fases do amor e suas relações com diferentes substâncias químicas no corpo:






ManifestaçãoConceitoSubstância mais associada
LuxúriaDesejo ardente por sexoTestosterona
AtraçãoAmor no estágio de euforia, envolvimento emocional e romance Altos níveis de Dopamina e norepinefrina
Baixos níveis de serotonina
LigaçãoAtração que evolui para uma relação calma, duradoura e segura.Ocitocina e vasopressina



Fórmulas do Amor: a paixão é uma reação química?

Os cientistas conhecem a Feniletilamina (um dos mais simples neurotransmissores) há cerca de 100 anos, mas só recentemente começaram a associá-la ao sentimento de Amor. Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos.

O affair da feniletilamina com o Amor teve início com uma teoria proposta pelos médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha grandes quantidades de feniletilamina e que esta substância poderia responder, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.

A Dra. Helen Fisher demonstrou que a inconstância, a exaltação, a euforia, e a falta de sono e de apetite associam-se a altos níveis de dopamina e norepinefrina, estimulantes naturais do cérebro.

Alguns pesquisadores afirmam que exalamos continuamente, pelos bilhões de poros na pele e até mesmo pelo hálito, produtos químicos voláteis chamados Feromônios. Atualmente, existem evidências intrigantes e controvertidas de que os seres humanos podem se comunicar com sinais bioquímicos inconscientes. Os que defendem a existência dos feromônios baseiam-se em evidências mostrando a presença e a utilização de feromônios por espécies tão diversas como borboletas, formigas, lobos, elefantes e pequenos símios. Os feromônios podem sinalizar interesses sexuais, situações de perigo e outros. Se realmente existirem na espécie humana e sua percepção se der de maneira inconsciente, estaríamos permanentemente emitindo informações acerca de nossas preferências sexuais e desejos mais obscuros sem saber?

Os defensores da Teoria dos Feromônios vão ainda mais longe: dizem que o "amor à primeira vista" é a maior prova da existência destas substâncias controvertidas. Os feromônios – atestam – produzem reações químicas que resultam em sensações prazerosas. À medida em que vamos nos tornando dependentes, a cada ausência mais prolongada nos dizemos "apaixonados" – a ansiedade da paixão, então, seria o sintoma mais pertinente da Síndrome de Abstinência de Feromônios.

Com ou sem feromônios, é fato que a sensação de "amor à primeira vista" relaciona-se significativamente a grandes quantidades de feniletilamina, dopamina e norepinefrina no organismo. E voltamos à questão inicial: até que ponto a paixão é simplesmente uma reação química ?

O amor por cima das teorias

Apesar de todas as pesquisas e descobertas, existe no ar uma sensação de que a evolução, por algum motivo, modificou nossos genes permitindo que o amor não-associado à procriação surgisse – calcula-se que isto se deu há aproximadamente 10.000 anos. Os homens passaram realmente a amar as mulheres, e algumas destas passaram a olhar os homens como algo mais além de máquinas de proteção.

A despeito de todos os tubos de ensaio de sofisticados laboratórios e reações químicas e moléculas citoplasmáticas, afinal, deve haver algo mais entre o céu e a terra...

Referências:

1. The Anatomy of Love, Helen Fischer, Norton, New York, 1992.

2. The Smell of Love, F. Bryant Furlow, Psychology Today, 3-4/95, pp. 38-45.

3. What's love got to do with it? The Evolution of Human Mating, Meredith F. Small, New York: Anchor Books, 1995

4. McEwen BS. Meeting report - is there a neurobiology of love? Mol Psychiatry. 1997 Jan;2(1):15-6.

5. Keller L. Evolutionary biology. All's fair when love is war. Nature. 1995 Jan 19;373(6511):190-1.

6. Mosher SV. A fool for love.

7. Spink G. Monash University - The Chemistry of Love.

8. Chemistry of Love. Niazi Archive Essays.

9. Radio National - The Health Report. Biology of love.

Copyright © 2002 Bibliomed, Inc. 04 de Junho de 2002



Pesquisa Extraida de Boa Saúde